Blog dedicado às coisas boas da vida, aos meus desvaneios, ao que me apetece realmente dizer sobre as coisas. Depois de escrever para outros projetos e sobre as mais variadas coisas, é chegada a hora de despejar tudo o que me aprouver.
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Como se faz uma Declaração de Amor? Miguel Esteves Cardoso
Mas então como se faz uma declaração de amor? Em papel
selado, na presença de um advogado. Por que não? As piores declarações são as
pífias e clandestinas, do género «Acho-te uma pessoa muito interessante». As
melhores são aquelas que comprometem quem as faz, que se baseiam em provas
capazes de serem apresentadas em tribunal, que fazem corar as testemunhas. As
declarações do tipo «Experimentar-a-ver-se-dá» nunca dão. É melhor mandar
imprimir 2000 folhetos e distribuí-los por avioneta à população, devidamente
identificados, do que um bilhetinho anónimo de «um admirador». As declarações
de amor têm de cortar a respiração de quem as recebe, têm de rebentar na cara
de quem as lê. O amor e o terrorismo são questões de objectivo, e não de grau.
Como estamos todos a zero, ninguém pode dar conselhos a
ninguém. Há séculos que as maiores cabeças do mundo procuram a frase perfeita
de apresentação. Há as deixas rascas, do género «Deixe-me adivinhar o seu
signo» ou «Não costuma cá estar às terças-feiras, pois não?». Há as deixas
pirosas, do género «Importa-se que eu lhe diga que você é muito bonita?» ou
«Posso só dizer-lhe uma coisa? O seu namorado tem muita sorte!». Depois, há as
deixas supostamente cool, do tipo «O meu nome é Max e eu toco sax» ou, mais
formal, «Muito prazer, Luís Bobone, toco saxofone». Ultimamente, a julgar por
recentes exemplos, é moda usar deixas crípticas, do género «Então sempre
conseguiu resolver aquilo?» ou «Importa-se de me segurar a bebida enquanto eu
olho para si? É que pode apetecer-me bater palmas» ou ainda (versão 1987) «Não
se importa de ficar aqui comigo um bocadinho enquanto o meu guarda-costas não
volta da casa de banho?».
Todo o amor é um engano. Trata-se é de nos enganarmos bem.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas'
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| Miguel Esteves Cardoso - MEC Créditos de Imagem |
A Mulher Portuguesa tem um bocado de pena dos Homens de Miguel Esteves Cardoso
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| Miguel Esteves Cardoso Créditos de Imagem |
A mulher portuguesa não é só Fada do Lar, como Bruxa do Ar,
Senhora do Mar e Menina Absolutamente Impossível de Domar. É melhor que o Homem
Português, não por ser mulher, mas por ser mais portuguesa. Trabalha mais, sabe
mais, quer mais e pode mais. Faz tudo mais à exceção de poucas atividades de
discutível contribuição nacional (beber e comer de mais, ir ao futebol, etc).
Portugal (i.e., os homens portugueses) pagam-lhe este serviço, pagando-lhes
menos, ou até nada.
O pior defeito do Homem português é achar-se melhor e mais capaz que a Mulher. A maior qualidade da Mulher Portuguesa é não ligar nada a essas crassas generalizações, sabendo perfeitamente que não é verdade. Eis a primeira grande diferença: o Português liga muito à dicotomia Homem/Mulher; a Portuguesa não. O Português diz «O Homem isto, enquanto a Mulher aquilo». A Portuguesa diz «Depende». A única distinção que faz a Mulher Portuguesa é dizer, regra geral, que gosta mais dos homens do que das mulheres. E, como gostos não se discutem, é essa a única generalização indiscutível.
A Mulher Portuguesa é o oposto do que o Homem Português pensa. Também nesta frase se confirma a ideia de que o Homem pensa e a Mulher é, o Homem acha e a Mulher julga, o Homem racionaliza e a Mulher raciocina. E mais: mesmo esta distinção básica é feita porque este artigo não foi escrito por uma Mulher.
Porque é que aquilo que o Homem pensa que a Mulher é, é o oposto daquilo que a Mulher é, se cada Homem conhece de perto pelo menos uma Mulher? Porque o Português, para mal dele, julga sempre que a Mulher «dele» é diferente de todas as outras mulheres (um pouco como também acha, e faz gala disso, que ele é igual a todos os homens). A Mulher dele é selvagem mas as outras são mansas. A Mulher dele é fogo, ciúme, argúcia, domínio, cuidado. As outras são todas mais tépidas, parvas, galinhas, boazinhas, compreensíveis.
Ora a Mulher Portuguesa é tudo menos «compreensiva». Ou por outra: compreende, compreende perfeitamente, mas não aceita. Se perdoa é porque começa a menosprezar, a perder as ilusões, e a paciência. Para ela, a reação mais violenta não é a raiva nem o ódio – é a indiferença. Se não se vinga não é por ser «boazinha» – é porque acha que não vale a pena.
A Mulher Portuguesa, sobretudo, atura o Homem. E o Homem, casca grossa, não compreende o vexame enorme que é ser aturado, juntamente com as crianças, o clima e os animais domésticos. Aturar alguém é o mesmo que dizer «coitadinho, ele não passa disto…» No fundo não é mais do que um ato de compaixão. A Mulher Portuguesa tem um bocado de pena dos Homens. E nisto, convenhamos, tem um bocado de razão.
O que safa o Homem, para além da pena, é a Mulher achar-lhe uma certa graça. A Mulher não pensa que este achar-graça é uma expressão superior da sua sensibilidade – pelo contrário, diverte-se com a ideia de ser oriundo de uma baixeza instintiva e pré-civilizacional, mas engraçada. Considera que aquilo que a leva a gostar de um Homem é uma fraqueza, um fenómeno puramente neuro-vegetativo ou para-simpático – enfim, pulsões alegres ou tristemente irresistíveis, sem qualquer valor.
E chegamos a outra característica importante. É que a Mulher Portuguesa, se pudesse cingir-se ao domínio da sua inteligência e mais pura vontade, nunca se meteria com Homem nenhum. Para quê? Se já sabe o que o Homem é? Aliás, não fossem certas questões desprezíveis da Natureza, passa muito bem sem os homens. No fundo encara-os como um fumador inveterado encara os cigarros: «Eu não devia, mas…» E, como assim é, e não há nada a fazer, fuma-os alegremente com a atitude sã e filosófica do «Que se lixe».
Homens, em contrapartida, não podiam ser mais dependentes. Esta dependência, este ar desastrado e carente que nos está na cara, também vai fomentando alguma compaixão da parte das mulheres. A Mulher Portuguesa também atura o Homem porque acha que «ele sozinho, coitado; não se governava». O ditado «Quem manda na casa é ela, quem manda nela sou eu» é uma expressão da vacuidade do machismo português. A Mulher governa realmente o que é preciso governar, enquanto o homem, por abstração ou inutilidade, se contenta com a aparência idiota de «mandar» nela. Mas ninguém manda nela. Quando muito, ela deixa que ele retenha a impressão de mandar. Porque ele, coitado, liga muito a essas coisas. Porque ele vive atormentado pelo terror que seria os amigos verificarem que ele, na realidade, não só na rua como em casa não «manda» absolutamente nada. «Mandar» é como «enviar» – é preciso ter algo para mandar e algo ao qual mandar. Esses algos são as mulheres que fazem.
O Homem é apenas alguém armado em carteiro. É o carteiro que está convencido que escreveu as cartas todas que diariamente entrega. A Mulher é a remetente e a destinatária que lhe alimenta essa ilusão, porque também não lhe faz diferença absolutamente nenhuma. Abre a porta de casa e diz «Muito obrigada». É quase uma questão de educação.
A imagem da «Mulher Portuguesa» que os homens portugueses fabricaram é apenas uma imagem da mulher com a qual eles realmente seriam capazes de se sentirem superiores. Uma galinha. Que dizer de um homem que é domador de galinhas, porque os outros animais lhe metem medo?
Na realidade, A Mulher Portuguesa é uma leoa que, por força das circunstâncias, sabe imitar a voz das galinhas, porque o rugir dela mete medo ao parceiro. Quando perdem a paciência, ou se cansam, cuidado. A Mulher portuguesa zangada não é o «Agarrem-me senão eu mato-o» dos homens: agarra mesmo, e mata mesmo. Se a Padeira de Aljubarrota fosse padeiro, é provável que se pusesse antes a envenenar os pães e ir servi-los aos castelhanos, em vez de sair porta fora com a pá na mão.
Miguel Esteves Cardoso, in ' A Causa das Coisas '
O pior defeito do Homem português é achar-se melhor e mais capaz que a Mulher. A maior qualidade da Mulher Portuguesa é não ligar nada a essas crassas generalizações, sabendo perfeitamente que não é verdade. Eis a primeira grande diferença: o Português liga muito à dicotomia Homem/Mulher; a Portuguesa não. O Português diz «O Homem isto, enquanto a Mulher aquilo». A Portuguesa diz «Depende». A única distinção que faz a Mulher Portuguesa é dizer, regra geral, que gosta mais dos homens do que das mulheres. E, como gostos não se discutem, é essa a única generalização indiscutível.
A Mulher Portuguesa é o oposto do que o Homem Português pensa. Também nesta frase se confirma a ideia de que o Homem pensa e a Mulher é, o Homem acha e a Mulher julga, o Homem racionaliza e a Mulher raciocina. E mais: mesmo esta distinção básica é feita porque este artigo não foi escrito por uma Mulher.
Porque é que aquilo que o Homem pensa que a Mulher é, é o oposto daquilo que a Mulher é, se cada Homem conhece de perto pelo menos uma Mulher? Porque o Português, para mal dele, julga sempre que a Mulher «dele» é diferente de todas as outras mulheres (um pouco como também acha, e faz gala disso, que ele é igual a todos os homens). A Mulher dele é selvagem mas as outras são mansas. A Mulher dele é fogo, ciúme, argúcia, domínio, cuidado. As outras são todas mais tépidas, parvas, galinhas, boazinhas, compreensíveis.
Ora a Mulher Portuguesa é tudo menos «compreensiva». Ou por outra: compreende, compreende perfeitamente, mas não aceita. Se perdoa é porque começa a menosprezar, a perder as ilusões, e a paciência. Para ela, a reação mais violenta não é a raiva nem o ódio – é a indiferença. Se não se vinga não é por ser «boazinha» – é porque acha que não vale a pena.
A Mulher Portuguesa, sobretudo, atura o Homem. E o Homem, casca grossa, não compreende o vexame enorme que é ser aturado, juntamente com as crianças, o clima e os animais domésticos. Aturar alguém é o mesmo que dizer «coitadinho, ele não passa disto…» No fundo não é mais do que um ato de compaixão. A Mulher Portuguesa tem um bocado de pena dos Homens. E nisto, convenhamos, tem um bocado de razão.
O que safa o Homem, para além da pena, é a Mulher achar-lhe uma certa graça. A Mulher não pensa que este achar-graça é uma expressão superior da sua sensibilidade – pelo contrário, diverte-se com a ideia de ser oriundo de uma baixeza instintiva e pré-civilizacional, mas engraçada. Considera que aquilo que a leva a gostar de um Homem é uma fraqueza, um fenómeno puramente neuro-vegetativo ou para-simpático – enfim, pulsões alegres ou tristemente irresistíveis, sem qualquer valor.
E chegamos a outra característica importante. É que a Mulher Portuguesa, se pudesse cingir-se ao domínio da sua inteligência e mais pura vontade, nunca se meteria com Homem nenhum. Para quê? Se já sabe o que o Homem é? Aliás, não fossem certas questões desprezíveis da Natureza, passa muito bem sem os homens. No fundo encara-os como um fumador inveterado encara os cigarros: «Eu não devia, mas…» E, como assim é, e não há nada a fazer, fuma-os alegremente com a atitude sã e filosófica do «Que se lixe».
Homens, em contrapartida, não podiam ser mais dependentes. Esta dependência, este ar desastrado e carente que nos está na cara, também vai fomentando alguma compaixão da parte das mulheres. A Mulher Portuguesa também atura o Homem porque acha que «ele sozinho, coitado; não se governava». O ditado «Quem manda na casa é ela, quem manda nela sou eu» é uma expressão da vacuidade do machismo português. A Mulher governa realmente o que é preciso governar, enquanto o homem, por abstração ou inutilidade, se contenta com a aparência idiota de «mandar» nela. Mas ninguém manda nela. Quando muito, ela deixa que ele retenha a impressão de mandar. Porque ele, coitado, liga muito a essas coisas. Porque ele vive atormentado pelo terror que seria os amigos verificarem que ele, na realidade, não só na rua como em casa não «manda» absolutamente nada. «Mandar» é como «enviar» – é preciso ter algo para mandar e algo ao qual mandar. Esses algos são as mulheres que fazem.
O Homem é apenas alguém armado em carteiro. É o carteiro que está convencido que escreveu as cartas todas que diariamente entrega. A Mulher é a remetente e a destinatária que lhe alimenta essa ilusão, porque também não lhe faz diferença absolutamente nenhuma. Abre a porta de casa e diz «Muito obrigada». É quase uma questão de educação.
A imagem da «Mulher Portuguesa» que os homens portugueses fabricaram é apenas uma imagem da mulher com a qual eles realmente seriam capazes de se sentirem superiores. Uma galinha. Que dizer de um homem que é domador de galinhas, porque os outros animais lhe metem medo?
Na realidade, A Mulher Portuguesa é uma leoa que, por força das circunstâncias, sabe imitar a voz das galinhas, porque o rugir dela mete medo ao parceiro. Quando perdem a paciência, ou se cansam, cuidado. A Mulher portuguesa zangada não é o «Agarrem-me senão eu mato-o» dos homens: agarra mesmo, e mata mesmo. Se a Padeira de Aljubarrota fosse padeiro, é provável que se pusesse antes a envenenar os pães e ir servi-los aos castelhanos, em vez de sair porta fora com a pá na mão.
Miguel Esteves Cardoso, in ' A Causa das Coisas '
Flash Mob Pedido de Casamento
Flash Mob pedido de casamento original de Marco & Eleonora em Milão
Milão inspira-nos! Marco organizou um pedido de casamento arrebatador à sua Eleonora, vejam como termina! :)
Alerta Red Light District
Anúncio Ford: Door Edge Protector
A Ford acaba de lançar a tecnologia Door Edge Protector, em jeito de apanhados, este 2 lutadores de sumo fazem um grande papel! Vale a pena ver!
Momento Fofo do dia!
Um Pai babado prepara uma surpresa para o aniversário da esposa com um vídeo fantástico. Preparem-se para o momento mais fofo do dia :)
Natureza: Uma fantástica compilação de imagens
Aproveita o melhor que a natureza tem para nos dar, uma compilação de imagens fantásticas, imperdível!
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Todas as Mulheres merecem um elogio!
Mulheres mudam radicalmente o visual e deixam seus companheiros impressionados
Reclamamos tantas vezes que os homens não reparam nas nossas
mudanças de visual! Três marcas juntaram-se e convidaram mulheres para um
desafio: uma mega transformação durante uma saída romântica, os respetivos
foram apanhados de surpresa… Vale a pena ver! É lindo! Também quero ;)
Estendal de Roupa Branca
Estamos no Outono, o sol de fim de tarde que se fazia sentir começa a esmorecer e chega o frio.
A sensação com que fico é boa, arrepiante mas, boa.
Penso nas coisas que tenho para fazer e lembro-me de um estendal de roupa limpa, cheio de coisas penduradas.
Gosto do cheiro de roupa limpa e da sensação que tenho muitas coisas para fazer.
Houve um tempo em que não conseguia ver o estendal.
Agora, até sinto o cheiro da roupa acabadinha de lavar.
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| Estendal |
As mulheres não querem carros cor-de-rosa!
Carros femininos?
Quando é se convencem que as mulheres querem carros seguros,
com design, potentes e de preferência último modelo?
Não consigo entender porque certas marcas insistem em lançar
carros dirigidos ao target feminino com detalhes em rosa choque nas jantes!!
Depois colocam-lhes os nomes das capitais da moda nos bancos?
Isto faz-me lembrar qualquer coisa como tatuar o próprio nome
no corpo, acham que nós nos vamos esquecer quais são as capitais da moda? Enfim…
As mulheres querem carros iguais aos dos homens, das poucas
diferenças que podem existir nas opções de compra entre homens e mulheres, será
talvez os homens darem mais importância à velocidade e nós mulheres ao design e
segurança.
É assim tão difícil?
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| Carro da Barbie Créditos de Imagem: http://i.mlcdn.com.br/1500x1500/barbie-mundo-real-carro-glammattel-180429900.jpg |
Outono
Outono
Gosto do frio, das mantas de retalhos feitas à mão, das roupas de lã, dos cachecóis, dos chapéus de fazenda, de guarda-chuvas elegantes, de luvas e chá bem quentinho.
Acredito que, assim como o nosso paladar muda ao longo da vida, também os nossos gostos quanto às estações do ano se apuram.
Agora, a queda das folhas no Outono, o vento forte que as levanta e faz com que dancem em qualquer lugar, alegra-me. Mostra-me que há vida em todas as coisas.
A trovoada sempre provocou um enorme fascínio em mim: ouvir aquele som arrebatador do travão da minha varanda, ver o céu ficar rasgado com os raios de luz.
Gosto de ver os clarões, perceber se os travões estão perto ou longe. Sentir a pausa entre o som e a imagem.
Gosto do cheiro das primeiras chuvas, gosto de sentir o cheiro da terra e as primeiras gotas de chuva na pele.
Primeiros dias de Sol
O sol começa a espreitar! É chegada a hora de arrumar as pantufas e sair à rua.
Fins-de-semana grandes se avizinham e nada melhor do que um
bom passeio para despertar os nossos sentidos e sentirmo-nos de bem com a vida.
Sabemos que os tempos não estão fáceis mas, um passeio a pé
na cidade vizinha, uma caminhada à beira mar ou um trilho na montanha, podemos
sempre fazer. O que não podemos fazer é ficar em casa a deprimir: ou porque
chove, ou porque está sol!
Para começar toca a preparar a indumentária, sim, porque não
passa pela cabeça de ninguém sair para um programa primaveril de qualquer
maneira.
Turistas, ainda que por um dia mas, sempre com muita classe:
1.º Confirmar a meteorologia para o nosso destino, não
queremos sair de casa e a meio do caminho apercebemo-nos que as nuvens começam
a perseguir-nos e que a chuva nos aguarda mesmo ao virar da esquina.
2.º Como não sabemos a que horas vamos estar de volta, não
esquecer aquele casaco de malha cinza que está sempre lá quando mais precisamos
dele.
3.º Óculos de sol, acessório indispensável, até porque o dia
tem que ser aproveitado desde bem cedo e para além dos proteger dos raios
solares, também nos ajuda a esconder o ar ensonado.
4.º Calçado confortável obrigatório, nada de saltos e
sapatos apertados! Não queremos, depois de meia dúzia de passos, estar de cara
amarrada a sofrer em silêncio. Esta estação saíram sapatilhas giríssimas com
plataforma, podemos escolher umas não muito altas mas que nos ajudem a crescer
uns 4 centímetros.
5.º Protetor solar, deitar antes de sair de casa e levar na
carteira, vamos estar muito tempo em contacto com o sol e não queremos chegar a
casa com as marcas da camisola de alças nos ombros, nem o nariz a descascar.
Divirtam-se!
Beijinhos e essas coisas extraordinárias!
Hoje é o dia do Pai
Hoje é o dia do Pai.
Acordar ao som da tua voz faz-me falta.
As minhas tostas de domingo nunca serão como as tuas.
Já
ninguém sabe jogar à sueca.
Sim, não se apanham moscas com sal e o melhor e o
pior ficam sempre para nós.
Deixa-me só dizer-te que, a Saudade dói muito mais do
que a dor de dentes.
Hoje é
sétima-feira!❤
Revejo-me em tudo o que fiz
Revejo-me em tudo o que fiz

Na dicotomia, na sensatez, no puro prazer, na arrogância, na honestidade, na entrega, na gula, na condescendência, na ignorância, na inconformidade, na resiliência, na miopia, na minúcia, na pequenez, na luxuria, na perseverança, na paciência, na surdina, na gratidão, no abraço, na verdade.
Ninguém me conhece melhor do que eu.
Parafraseando um qualquer internauta: se quiserem falar mal de mim,
chamem-me, sei coisas horríveis a meu respeito.
Às vezes também me repito.
Dia Internacional da Mulher solidário
Campanha Global da AVON contra a Violência Doméstica
Dia Internacional da Mulher solidário com a AVON
O número de casos de violência doméstica está a aumentar em Portugal! Nos
primeiros 6 meses de 2012 morreram 20 mulheres, quase tantas quanto o total de
vítimas registado em 2011. O desemprego e as dificuldades financeiras podem
estar a contribuir para esse fenómeno, pois a falta de independência financeira é
ainda uma das barreiras que impedem muitas mulheres de pôr termo a esta
situação.
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Salma Hayek Pinault
Atriz e Embaixadora AVON Contra e Violência Doméstica
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importantes das mulheres, tomando como missão a luta contra a violência
doméstica. A campanha internacional, desenvolvida por todas as empresas AVON
no mundo, tem como objetivo apoiar programas de consciencialização, educação e
prevenção com um impacto direto na violência doméstica.
Em Portugal, todos os anos, a AVON entrega um donativo à Associação
Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), resultado das vendas do colar
solidário AVON “Uma Só Voz”. O ano passado a AVON contribuiu com 56.000
euros para as Casas de Abrigo da APAV. Este ano, o objetivo é angariar donativos
para esta esta causa e continuar a tornar o mundo mais seguro para as mulheres
vítimas de violência doméstica e suas famílias.
Por isso, a AVON apela para que no próximo dia 8 de março, Dia Internacional
da Mulher, como forma de manifestação, contribua para esta causa e compre ou
ofereça o Colar “Uma Só Voz”, mostrando o seu apoio nesta causa. As vendas
do colar revertem na totalidade para a APAV e o total da verba angariada
durante o mês de março será duplicada por um donativo da AVON à
instituição.
O colar é constituído por uma corrente prateada, com um pendente com um
símbolo do infinito e uma pedra azul.
Junte-se à AVON nesta causa!
Preço do colar: 4,50€
Portugueses fogem à crise através do artesanato
Portugueses fogem à crise através do artesanato
Os portugueses encontram diariamente novas formas de fugir à crise e, atualmente, o “feito à mão” tornou-se numa fonte de receita para muitas famílias. Para além disso, o tempo dos nossos avós está na moda: rendas, tricô, bijutarias, roupas feitas à mão, tudo serve para estar originalmente na moda, e ao mesmo tempo ajudar no orçamento familiar.
Existem inúmeros portugueses a comercializar peças que criam à mão na Internet. Mas, devido à dimensão da Internet, nem todos conseguem chegar a estes artesãos, por isso, e à semelhança de uma feira de artesanato, surgiu o primeiro mercado português online que agrega inúmeros artesãos, com o intuito de vender e promover os seus produtos vintage e artesanais – o Artemix.pt.
O slogan diz tudo: “Artesanato Urbano de A a Z”… e a verdade é que aqui quem cria peças feitas à mão pode facilmente chegar a um vasto público com um gosto crescente por este tipo de produtos.
No Artemix, existem variadas categorias como arte, brinquedos, produtos para a casa, costura, jóias e bijutaria, livros e revistas, malas e bolsas, roupa, velas, produtos vintage, entre muitas outras.

Os artesãos criam as suas lojas e o Artemix leva os compradores à sua porta, tudo isto graças ao trabalho de promoção que está a cargo da agência especializada em target feminino BloomPink.
O Artemix conta já com mais de 1600 produtos à venda, bem como um dinâmico blog e fórum, com conselhos dedicados a ajudar os artesãos portugueses a tornarem o seu negócio ainda mais rentável.
Existe uma linha que separa, a minha vida, da tua opinião
Este é um extraordinário exemplo de como, uma frase publicitária pode funcionar a tal ponto que, sofrendo já várias mutações se encontra agora nesta magnanime perfeição de: “Existe uma linha que separa, a minha vida, da tua opinião”…
Isto é assim qualquer coisa como: música para os meus ouvidos. Se eu pudesse, gritava esta frase tão alto mas, tão alto mas, tão tão alto, que provavelmente ficaria muito rouca.
Esta frase é, daquelas que eu tenho tantas vezes debaixo da língua, e que quase digo e de repente foi-se, escapou-se-me, eu sabia que sabia a frase mas, sem mais nem para quê, foi-se. Apesar de grande, a frase “Existe uma linha que separa, a minha vida, da tua opinião”, cabe direitinho debaixo da língua sim, já me aconteceu tantas e tantas vezes ter esta frase mesmo debaixo da língua!
Chegamos agora a um ponto que, a frase “Existe uma linha que separa, a minha vida, da tua opinião” pode sofrer uma metamorfose e virar um sapo, e não sei se vocês sabem mas, os sapos são tipo os coelhos, às vezes lembram-se de procriar, e quando estão para ai virados cuidadinho que não é para brincadeira: transformam-se em famílias inteiras, com tios, tias, primos em terceiro grau, parentes muito muito distantes e às vezes até têm cães e porquinhos da India que estão na moda.
Bem, acho que já me devo ter feito entender. Se não for o caso, o texto faz-se acompanhar de imagem ilustrativa, se ainda assim persistirem dúvidas só há uma solução, isto porque, há solução para tudo, não é?
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Existe uma linha que separa, a minha vida, da tua opinião
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“Existe uma linha que separa, a minha vida, da tua opinião” e não tens absolutamente nada, mas nadinha a ver com isso.
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