Top 100 Amazon: conta com uma escritora portuguesa pela primeira vez!

Livro: Os Trinta – Nada é como sonhámos


A responsável pela façanha é escritora e criativa Filipa Fonseca Silva com o seu livro “Os Trinta– Nada é como sonhámos”. A edição digital do livro entrou para o top 100 da Amazon, dentro da categoria Woman's Fiction da Amazon.

Muitos Parabéns à Filipa pela façanha!


Confesso: não conhecia a obra mas, para me redimir acabei de comprar online, optei pela versão papel! Chega em 24 horas na Wook, este fim-de-semana leio e conto como foi ;)

Se quiserem comprar online, aqui fica uma opção: http://www.wook.pt/ficha/os-30/a/id/10918152

Os Trinta – Nada é como sonhámos

Os Trinta – Nada é como sonhámos


Trailer Spring-Summer 2014 Ready-to-Wear CHANEL

Inspirem-se: Trailer Spring-Summer 2014 Ready-to-Wear da CHANEL! 

Trailer of the Spring-Summer 2014 Ready-to-Wear CHANEL show

Trailer of the Spring-Summer 2014 Ready-to-Wear CHANEL show


Flash Mob Pedido de Casamento

Flash Mob pedido de casamento original de Marco & Eleonora em Milão


Milão inspira-nos!  Marco organizou um pedido de casamento arrebatador à sua Eleonora, vejam como termina! :)


Flash Mob pedido de casamento original
Flash Mob pedido de casamento original


Alerta Red Light District

Stop the Traffic!

Uma das maiores atracções de Amesterdão é a Red Light District, esta zona é conhecida pelas suas vitrinas vermelhas.

Este alerta é uma chamada de atenção real ao tráfico de mulheres. Vale a pena ver e partilhar!


Stop the Traffic!
Stop the Traffic!


Lana Del Rey - Chelsea Hotel

Música do Dia: Lana Del Rey - Chelsea Hotel


Não é a minha versão favorita da Chelsea Hotel mas... é bom que se farta :)


Música do dia: Surprisingly So Amy Seeley

Se a minha vida fosse uma banda sonora, esta música estaria lá...





Momento Fofo do dia!

Um Pai babado prepara uma surpresa para o aniversário da esposa com um vídeo fantástico. Preparem-se para o momento mais fofo do dia :)


10 Formas diferentes de usar um Cachecol

O Inverno está aí à porta e com ele vêm os cachecóis

O cachecol é um acessório essencial no guarda-roupa de uma mulher. Deixamos aqui 10 formas diferentes para o usar este Inverno.

10 Formas diferentes de usar um Cachecol
10 Formas diferentes de usar um Cachecol


I quit!

Vejam a forma original que esta rapariga encontrou para se demitir...

Brutal!




Todas as Mulheres merecem um elogio!

Mulheres mudam radicalmente o visual e deixam seus companheiros impressionados


Reclamamos tantas vezes que os homens não reparam nas nossas mudanças de visual! Três marcas juntaram-se e convidaram mulheres para um desafio: uma mega transformação durante uma saída romântica, os respetivos foram apanhados de surpresa… Vale a pena ver! É lindo! Também quero ;)



Elogio ao Amor de Miguel Esteves Cardoso

Sou fã do Miguel Esteves Cardoso desde a adolescência  recortava religiosamente as suas crónicas do Independente e guardava-as em micas para sobrevivem ao tempo. 

Este é um dos textos que mais gosto do MEC, entra-me na alma e faz-me perceber. Hoje partilho-o para que saiba sempre onde ele está, as micas às vezes escondem-se de mim.

Miguel Esteves Cardoso
Miguel Esteves Cardoso - MEC
Créditos de Imagem


Elogio ao Amor de Miguel Esteves Cardoso


"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.

O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em “diálogo”. O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam “praticamente” apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do “tá bem, tudo bem”, tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?

O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida,o nosso “dá lá um jeitinho sentimental”. Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.

O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A “vidinha” é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.

O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha – é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.”

La La La

La La La

Music...... I'm covering my ears like a kid



Estendal de Roupa Branca


Estamos no Outono, o sol de fim de tarde que se fazia sentir começa a esmorecer e chega o frio.

A sensação com que fico é boa, arrepiante mas, boa.

Penso nas coisas que tenho para fazer e lembro-me de um estendal de roupa limpa, cheio de coisas penduradas.

Gosto do cheiro de roupa limpa e da sensação que tenho muitas coisas para fazer.

Houve um tempo em que não conseguia ver o estendal.

Agora, até sinto o cheiro da roupa acabadinha de lavar.

Estendal
Estendal